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[censurado] internet e com decisões judiciais que proíbem [censurado], na visão dos juízes,[censurado] censura, [censurado] trocar informações. [censurado] proibido de citar [censurado] esteve na lista de procurados pela Interpol [censurado] falar do deputado estadual, [censurado] chama-se “permuta de censura”.
[censurado] Portal Imprensa, [censurado] proibido por decisão judicial da 2ª Vara [censurado] citar o nome [censurado] preso no bojo da Operação [censurado] pena de multa diária no valor de R$ 500 [censurado] outras 10 pessoas são acusadas de formação de quadrilha e estelionato. [censurado] ação contra o [censurado] foragida da Justiça [censurado] esquema ilegal [censurado].
[censurado] junto com outros blogs, [censurado] (clique aqui [censurado]), foi proibido pela 13ª Vara Civil [censurado] emitir opiniões sobre o deputado estadual [censurado] multa de R$ 1 mil para cada comentário [censurado].
De acordo com o [censurado] proposta para os colegas censurados [censurado] A autora de [censurado] aceitou e, proibidos [censurado] passaram a divulgar [censurado].
Eu acho que os censores tem mais é que se [censurado] – Chato Mor
Mão à obra!
Chato Mor
Chato Mor

Em Ningbo, no nordeste da China, há oito anos aconteceu um escândalo envolvendo altos oficiais do Exército chinês. Hoje, o jogo, instalado há apenas uma semana, já foi jogado por mais de 7 mil pessoas nos cibercafés, segundo o jornal “South China Morning Post”, de Hong Kong.
Embora ambientado em épocas passadas, desde a dinastia Qing, o jogo procura conscientizar os jovens para a importância de lutar contra a corrupção atual.
“Através do jogo, os jovens serão mais positivos e valentes na luta contra a corrupção no mundo real”, destacou Hua Tong, criador do jogo.
A ação acontece em lugares reais de Ningbo. Os jogadores podem usar diversos truques para acabar com os políticos corruptos, inclusive o assassinato com armas sofisticadas.
No ano 2000, altos funcionários e oficiais do Exército de Libertação Popular (ELP) foram condenados à prisão por contrabando e desvio de fundos públicos em Ningbo.

Eu sempre escrevo os meus posts com certa antecedência. Geralmente aos sábados escrevo todos os posts da semana seguinte.Resolvi passar este último fim-de-semana longe do computador, da Internet e da operadora do celular (preciso trocar de operadora). Assim, decidi postar na quinta-feira dia 12, para ficar com tempo livre. Muito embora eu não seja influenciado por supertições e pelos efeitos do senso comum como os da Caixa de Skinner, é notável o que aconteceu nesta última sexta-feira 13, no mesmo dia do início dos Jogos Panemaricanos Rio 2007. A única explicação é que fizeram por pura sacanagem! Aconteceu enquanto eu estava postando. O site segue o horário da WordPress, ou seja três horas antes do Brasil (já era sexta para eles) e não mais que derepente: béééé! “This blog has been archived or suspended for a violation of our Terms of Service”. Eu sei que o meu site deve ter violado muitos items dos Terms of Service.da WordPress (meu objetivo secreto era violar TODOS mas não tive tempo). Mas acho que foi falta de educação não avisar (já que o blog acumulou 325000 acessos durante este ano e dois meses de atividades) antes de me ferrar. Nem um xavequinho, um vinhozinho num motel, nada. Magoei! Mas não estou puto! Puto ficou o Severino, meu porteiro, quando contei a ele: “Mas que bando de lazarento, felas da mãe da febre do rato tifo! Ah, se meu padinho Pade Ciço Romão Batista me desse a chance de encontrá estes arengueiro, eu passava a pexeira e cortava os bagos deles fora!”. Mesmo assim, preferi viajar e aproveitar o tempo em um retiro espiritual, a fim de revisar todas ações que meus caminhos por esta vida me levaram a tomar neste último ano. Isso durou dois minutos. Depois fui para um cherrasco na casa de praia um amigo encher a cara. E agora estou de volta com o Chato’s Blog, numa nova casa, um novo endereço (http://www.piada.net/), com um Termos de Serviço menor e que não deve dar problemas. Vou postar novas piadas e as velhas também, já que elas foram para o mesmo lugar que eu gostaria de mandar o pessoal da WordPress! Mas não estou puto. Verdade!
Chato Mor
Harriet nasceu quando a escravidão ainda era legal na Grã-Bretanha. Foi adulta nos tempos da Guerra da Secessão norte-americana, da invenção da bicicleta e do código Morse.
Hoje o zoológico australiano localizado na Sunshine Coast, no estado de Queensland, chora sua morte provocada por um ataque cardíaco fulminante.
"Felizmente não sofreu. Morreu tranqüilamente durante a noite", disse John Hangar, veterinário do zoológico.
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A irradiação de alimentos é um tema controverso. O físico Alexandre Soares Leal, do Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear (CDTN), ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), aponta vários benefícios dessa tecnologia e atribui o receio que a população tem de consumir alimentos irradiados à constituição de um “imaginário negativo” ligado à questão nuclear. Já os membros da ONG Public Citizen Brasil alertam para os possíveis perigos decorrentes do uso da radiação nos alimentos e questionam os benefícios da ampliação do uso dessa tecnologia no país. “Se você perguntar para alguém ‘você comeria alimentos irradiados?’, a resposta invariavelmente será não”, argumenta o físico Alexandre Soares Leal. Na opinião do físico, a não aceitação por parte das pessoas decorre, entre outros fatores, da relação que se faz entre irradiação e radioatividade. Segundo ele, a contaminação radioativa pressupõe o contato físico com uma fonte radioativa, enquanto a irradiação é a energia emitida de uma fonte de radiação. Desta forma, os alimentos irradiados não se tornam radioativos, pois não contêm a fonte de radiação (apenas recebem a energia). “Além do preconceito generalizado e da terminologia confusa – na França, por exemplo, a irradiação é chamada de ionização, para não ser confundida com radioatividade -, existem outros fatores que atrapalham a aceitação dos alimentos irradiados. Um deles é a ausência de informações sobre energia nuclear no Ensino Básico e Fundamental, ou mesmo no superior”, diz Leal, completando que, mesmo nos cursos universitários em que se pressupõe certo conhecimento do assunto (como os que usam técnicas de raio-X, por exemplo), os conceitos são frágeis e a diferenciação entre os termos, precária. “Outro problema é que a mídia, quanto trata o assunto, busca apenas o sensacional”, afirma. O processo de irradiação consiste em submeter os alimentos, já embalados ou a granel, a uma quantidade controlada de radiações ionizantes (alfa, beta, gama, raios X e nêutrons), por um tempo prefixado. “É importante conhecer bem a dose e o tempo de exposição à radiação, os quais variam de acordo com o tipo de alimento”, ressalta a agrônoma Lucimeire Pilon, que faz doutorado no Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena/USP), sob orientação de professores do Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição, da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq/USP). Consegue-se, desta forma, retardar a maturação de frutas e legumes, inibir o brotamento de bulbos e tubérculos, eliminar ou reduzir a presença de parasitas, fungos, bactérias e leveduras, aumentando a vida útil dos alimentos e auxiliando na sua distribuição e comercialização. Como nos demais métodos de conservação de alimentos (pasteurização, congelamento, etc), a irradiação ocasiona perdas de macro e micronutrientes, bem como variações na cor, sabor, textura e odor. Mas as alterações químicas provocadas nos alimentos são mínimas e nenhuma delas nociva ou perigosa, segundo o Cena/USP. Já a organização não-governamental Public Citizen Brasil posiciona-se criticando esta tecnologia e enumera vários problemas que podem decorrer da irradiação: desde a perda de vitaminas, que se intensificaria com o maior tempo de estocagem; passando pela possibilidade de serem produzidos novos compostos nos alimentos, associados, entre outras coisas, ao câncer e a alterações genéticas em células humanas e de ratos; até o questionamento das instalações utilizadas devido ao risco de ocorrerem vazamentos e acidentes radioativos. A ONG afirma ainda que a tecnologia de irradiação beneficiará apenas os grandes agricultores de exportação, dificultando ainda mais a entrada dos pequenos agricultores no mercado externo. Produtos no dia-a-dia sem rotulagem Vários produtos irradiados, sobretudo especiarias, estão presentes no nosso dia-a-dia. Segundo Lucimeire Pilon, um exemplo são as especiarias usadas nos salgadinhos industrializados, como batatinhas fritas. Contudo, poucas empresas informam no rótulo o uso desse procedimento. Alexandre Soares Leal concorda: “No Brasil, é mais provável que existam ingredientes irradiados do que o alimento irradiado em si”. Para ele, as especiarias apresentam grande potencial de contaminação por microorganismos, sendo que muitas indústrias utilizam especiarias irradiadas sem identificá-las na embalagem. “Quem usa ingredientes irradiados faz isso porque acredita ser a melhor opção, mas não divulga porque teme a reação do mercado”, opina. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) exige que, na rotulagem dos alimentos irradiados, conste no painel principal a inscrição “alimento tratado por processo de irradiação”. Quando um produto irradiado é utilizado como ingrediente em outro alimento, esta informação deve ser apresentada na lista de ingredientes. A Anvisa estabelece que, no Brasil, os alimentos podem ser tratados por radiação, desde que a dose mínima absorvida seja suficiente para alcançar a finalidade pretendida e a dose máxima seja inferior à que comprometeria as propriedades funcionais e os atributos sensoriais do alimento. Organismos internacionais como a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Organização para Agricultura e Alimentação das Nações Unidas (FAO) também são favoráveis à técnica de irradiação de alimentos, autorizada em diversos países do mundo.
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por Gláucia Milicio
Uma mulher que insultou o professor de sua filha na escola foi condenada a pagar R$ 3,5 mil de indenização por danos morais. A decisão é do juiz José Luiz Silveira de Araújo, da 6º Vara da Comarca de Santo André (SP).
Segundo os autos, a aluna estava conversando durante a aula quando o professor pediu silêncio. O pedido foi em vão e o professor, por falta de alternativa, levou a menina para a diretoria da escola. Em seguida, retornou à sala para terminar de ministrar a aula.
Minutos depois, foi surpreendido pela mãe da aluna advertida, que chutou a porta da sala de aula e exigiu satisfações. Para resolver o conflito amigavelmente, o professor foi novamente a diretoria e lá foi alvo de insultos e xingamentos.
Por conta disso, ele entrou na Justiça pedindo indenização por danos morais. O juiz José Luiz Silveira de Araújo entendeu que o professor tinha direito a receber indenização, mas que o valor pedido era muito alto. “Entendo injusta a postulação inicial, quando almeja valor correspondente a 200 salários mínimos, considerando o nível econômico do ofendido e o porte da ofensora, professora da rede pública como o autor, ambos cotejados com as condições em que se deu a ofensa. Afinal, o valor equivalente 10 salários remunera a contendo o autor e não representa nenhum valor exorbitante para a requerida.”
O professor foi representado pelo advogado Rodrigo Zimmerhansl, do escritório Monteiro Dotto Monteiro Advogados.
Processo: 1089/2005
Revista Consultor Jurídico, 3 de junho de 2006