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A mídia nacional e internacional não para de falar no assunto, a rede Globo até chamou um especialista em explosões de restaurantes, que inclusive prestou consultoria à Light para explodir os bueiros recentemente, e ele disse que o restaurante abalou Bangú. A comunidade muçulmana radical aprovou e espera que mais restaurantes judeus-cristãos-ocidentais copiem a idéia!
A Ouvidoria de uma certa empresa recebeu a seguinte reclamação:
Minha cadeira está com duas rodas soltas já tive dois sustos porque a rodinha estava solta e eu quase caí. Todos os dias chego e minha rodinha está solta e durante o dia fica soltando.
Voce, se fosse o responsável pela Ouvidoria, como responderia a isso?
Seguem alguma sugestões:
Conversa fiada no cafézinho depois do almoço…
- Voces ouviram falar que cinco restaurantes do Shopping Tijuca foram indicados por falta de higiene?
-É, reclamaram quando viram ratos correndo.
- Que que isso, meu Deus! – Disse Dona Jurema que estava varrendo perto dali, mas de antena ligada.
- O que eles queriam? Que eles ficassem parados?
- Pô, uns dos restaurantes, Camarão e Cia eu adoro. Todo sábado eu ia.
- Por isso que eu só vou em McDonald’s. Não tem rato na cozinha… tem nos hamburgeres!
- Nada disso! Todo mundo sabe que os hamburgeres do McDonald’s são feitos de minhocas!
- Isso mesmo! Quando os ratos estão mortos eles tiram as minhoquinhas, quando já estão gordinhas, antes de virarem mosquinhas.
Naquela altura, Dona Jurema leva a mão à boca, com ânsia só de pensar na cena. Neste exato momento, chega Nestor, com uma sacola do McDonald’s pra viagem, porque não teve tempo de almoçar.
-Ulp! – Dona Jurema corre pro banheiro….
Como de costume, mais uma segunda, estava eu num vagão lotado do Metrôo vindo da Pavuna para o Centro do Rio de Janeiro. Eis que em meio à massa de gente surge uma voz:
- Gente, por favor, prestem atenção! Não sou político, nem nada. Sou só mais um trabalhador sofrendo esta situação deprimente de pegar este tipo de trasporte que já foi tão bom. Estou indiginado com a nossa situação! Temos que fazer alguma coisa!
Imediatamente começa o zum-zum-zum e o pessoal a reclamar do chato:
- É cada um que me aparece!
- Só faltava essa!
- Já não basta pegar essa porra lotada, ainda tem que aturar esses malucos!
Mas o “maluco” não desistia:
- É um absurdo que continue esta situação! São 600.000 passageiros por dia! Já pensaram quanto dinheiro essa gente ganha com nosso sofrimento!
E como carioca gosta de uma zona, teve um que gritou:
- Vamo taca fogo, intão!!!
- Alguém tem um fósforo aí?
- Não gente! Queima o próximo que eu tenho que chegar no trabalho! – disse uma moça.
Ao que o “maluco” responde:
- Não é por aí. Tem que ser de forma pacífica.
- Como, então? Perguntou a moça que tinha que chegar no trabalho.
- Podemos fazer um grupo de cinco ou seis pessoas e sairmos juntos na estação gritando: “Inha,inha, inha! Metro não e sardinha”.
O povo caiu na gargalhada, mas ele não desistiu:
- Ou então “Assim não tá legal! Cabral pega no meu… pé!”.
- Melhor “Metro não é… cocô”!
E se segue uma infinidade de possíveis palavras de ordem que poderiam ser usadas. O “maluco” distribui umas folhas xeroxadas de páginas de jornais, mais textos no verso em que quase todo parágrafo termina com “compromete a rapidez, o conforto e a segurança”, entre outra informções pertinentes. Com a clara intenção de fazer o povo reagir contra o Metrô.
Depois da estação Central, nenhum grupo foi formado e cada um foi saindo, seguindo seu caminho para o trabalho comentando com algum colega como sua longa viagem foi divertida. E só.
E cotinuamos como sardnhas. Carioca não leva nada a sério mesmo…
“Substrato nasal”? Por definição (aqui) deve ser uma coisa interna, tipo os miolos do sujeito…
Convenhamos, o cara á um artista da pintura/escultura. Só estava dando um toque pessoal no ambiente. Isso é intolerância à arte!
Ainda bem que ele usa o banheiro de deficiente…mental!