Além do mais, este emprego tem meta razoaveis (menos de 4% de aproveitamento no caso dele), paga o transporte e a hospedagem, o plano de saúde é de primeira ( Tem até helicóptero!), só se trabalha quatro dias por mês e ainda mata de inveja um monte de marmanjo doido para pilotar uma F1. Até o Alemão, que ganhou sete vezes e já estava de saco cheio, enxergou as vantagens de continuar no ramo e resolver voltar.
Para a festa Rubinho, contratou o Ultraje a Rigor para cantar “Terceiro”… Ambicioso ele não?
A versão de quem perdeu:
A versão de quem ganhou:
Ficou famoso. Fez uma turne.
Fez escola.
Ele foi embora mais promete voltar..
Como de costume, mais uma segunda, estava eu num vagão lotado do Metrôo vindo da Pavuna para o Centro do Rio de Janeiro. Eis que em meio à massa de gente surge uma voz:
- Gente, por favor, prestem atenção! Não sou político, nem nada. Sou só mais um trabalhador sofrendo esta situação deprimente de pegar este tipo de trasporte que já foi tão bom. Estou indiginado com a nossa situação! Temos que fazer alguma coisa!
Imediatamente começa o zum-zum-zum e o pessoal a reclamar do chato:
- É cada um que me aparece!
- Só faltava essa!
- Já não basta pegar essa porra lotada, ainda tem que aturar esses malucos!
Mas o “maluco” não desistia:
- É um absurdo que continue esta situação! São 600.000 passageiros por dia! Já pensaram quanto dinheiro essa gente ganha com nosso sofrimento!
E como carioca gosta de uma zona, teve um que gritou:
- Vamo taca fogo, intão!!!
- Alguém tem um fósforo aí?
- Não gente! Queima o próximo que eu tenho que chegar no trabalho! – disse uma moça.
Ao que o “maluco” responde:
- Não é por aí. Tem que ser de forma pacífica.
- Como, então? Perguntou a moça que tinha que chegar no trabalho.
- Podemos fazer um grupo de cinco ou seis pessoas e sairmos juntos na estação gritando: “Inha,inha, inha! Metro não e sardinha”.
O povo caiu na gargalhada, mas ele não desistiu:
- Ou então “Assim não tá legal! Cabral pega no meu… pé!”.
- Melhor “Metro não é… cocô”!
E se segue uma infinidade de possíveis palavras de ordem que poderiam ser usadas. O “maluco” distribui umas folhas xeroxadas de páginas de jornais, mais textos no verso em que quase todo parágrafo termina com “compromete a rapidez, o conforto e a segurança”, entre outra informções pertinentes. Com a clara intenção de fazer o povo reagir contra o Metrô.
Depois da estação Central, nenhum grupo foi formado e cada um foi saindo, seguindo seu caminho para o trabalho comentando com algum colega como sua longa viagem foi divertida. E só.
E cotinuamos como sardnhas. Carioca não leva nada a sério mesmo…
Uma garotinha perguntou à sua mãe:
- Mamã, como é que se criou a raça humana?
A mãe respondeu:
- Deus criou Adão e Eva e eles tiveram filhos, netos, bisnetos e assim se foi formando a raça humana…
Dois dias depois, a garotinha fez a mesma pergunta ao pai. E o pai respondeu:
- Há muitos anos existiram macacos que foram evoluindo até chegarem aos seres humanos que vês hoje.
A garotinha, confundida, foi ter com a mãe e disse-lhe:
- Mamã, como é possível que tu digas que a raça humana foi criada por Deus e o Papá diga que a raça humana resultou da evolução a partir dos macacos?
A Mãe, depois de pensar um pouco, respondeu:
- Olha, minha querida, é muito simples. Eu falei-te da minha família e o teu pai falou da família dele!
“Substrato nasal”? Por definição (aqui) deve ser uma coisa interna, tipo os miolos do sujeito…
Convenhamos, o cara á um artista da pintura/escultura. Só estava dando um toque pessoal no ambiente. Isso é intolerância à arte!
Ainda bem que ele usa o banheiro de deficiente…mental!